Olhe para o céu. O que você vê?
Bem, se ele está todo azul ou se já for noite (e não houver lua), o mais provável é que você não veja aquilo de que quero lhe falar.
Nuvens.
Então, vamos imaginar que é um dia normal, desses em que não falta nada. Nesse caso, o céu terá uma ou outra nuvem, seja de que tipo for.
Certo? Então vamos em frente.
Olhe bem para elas. Não são bonitas? Não sei por que as pessoas (quase adultas), quando falam "você está nas nuvens" (e ficam cheias de si), pensam que isso é um insulto e o dizem para aborrecer você. Quanto a mim, eu adoro estar nas nuvens!
Como poderia escrever se não visse tudo lá de cima?
Ah, as nuvens!
Às vezes elas se mostram negras e ameaçadoras, densas, embora cheias de chuva refrescante (quando abrem as comportas, ela cai toda de uma vez só), com um ou outro raio e alguns trovões no meio. Às vezes são brancas como flocos de algodão e vagam no céu como navios à derriva. Essas são ótimas para a gente ficar imaginando suas formas.
Estratos, cúmulos, nimbos, cirros... até seus nomes curiosos.
Todos sabemos de onde vêm as nuvens, como elas nascem, como o vapor da água do mar... Certo, certo, tudo bem: estou vendo que você já sabe. Vamos deixar isso de lado.
Agora, o que você me diria se eu lhe falasse de um país sem mar, pequenino e perdido no interior de um grande continente? Um país tão pequenino que nem nuvens tinha - e olhe que elas são muito necessárias! Mas ao mesmo tempo um país tão especial que os próprios habitantes fabricavam as coisas que lhes faltavam.
Por exemplo... as nuvens.
O que você acha?
Por assim era, e esta é precisamente a história de Pampelum e sua extraordinária fábrica de nuvens.
Vamos, vamos, não fique no prólogo.
Sierra i Fabra, Jordi. Fábrica de nuvens. São Paulo: Edições SM, 2004.
Hola, qué buen blog has hecho!
ResponderExcluirsaludos
Pausa para abstração...
ResponderExcluirDeixou de soltar pipa para ficar observando nuvens?
Ih... Nu vem que não tem!- o que uma nuvem disse pra outra. =)
ATE QUEM FIM FEZ UM BLOG..!!RSRS BRINCADEIRA..MUITO MANEIRO
ResponderExcluirNão deixei de soltar pipa. Apenas mudei de cidade, de país. Agora vivo em Pampelum hehe...
ResponderExcluirObrigado pela visita!
PS: Pampelum é nossa!
Em Pampelum sou visitante assíduo, já visitava antes, sem saber que o nome era esse! heheh
ResponderExcluirAgora quero título de cidadão pampelúmico, se não vou ficar enciumado! hahah
abraços e sinto cheiro de coisas boas em Pampelum!
Alexandre,
ResponderExcluirChecando nos registros do Departamento de Imigração constatei que você possui não apenas o visto simples de turista, mas um especial de múltiplas entradas e com possibilidade de residência permanente hehehe...
Beijão!